Di Melo, pernambucano, chegou em São Paulo nos fins dos anos 60 quando começou a tocar na noite paulistana. Em 1975, suas músicas são lançadas pela EMI-Odeon no disco que leva seu nome, e conta com as participações de Hermeto Pascoal e de Heraldo do Monte. O álbum Di Melo teve canções de sucesso, como Kilariô, A Vida em Seus Métodos Diz Calma e Se o mundo Acabasse em Mel.[1][2] Na década de 90, as músicas do álbum de 75 voltam a tocar nas pistas, a redescoberta de seu trabalho se dá através de DJs ingleses quando a música A Vida em Seus Métodos Diz Calma aparece na coletânea “Blue Brazil 2“ da BlueNote.[3] O seu álbum chegou a ser relançado, em CD, em 2002, dentro da coleção Odeon 100 anos, coordenada por Charles Gavin. Ele foi também objeto do documentário Di Melo: O Imorrível, de Alan Oliveira e Rubens Pássaro, e seu disco teve uma rápida aparição no videoclipe da canção Don't Stop the Party do Black Eyed Peas.[4] Considerado um dos artistas que mais próximo chegou a uma linguagem soul nacional, Di Melo n
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